A coragem e sorte
Autor: Rubenio Marcelo


Se não queres nunca a necessidade
Nem a vergonha fria ao amanhecer;
Se intencionas ostentar a dignidade
E honrar, dia a dia, o teu ser,

Não alimentes a vã irrealidade
De esperar só pela sorte que vier...
Vai à luta, busca a felicidade,
Que galgarás, certamente, teu mister.



O desânimo é a herança dos covardes
Que não possuem sonhos nem ideais.
É a incerteza no final das tardes...

Trabalha, persevera até a morte!
Pois uma libra de coragem vale mais
Que vinte mil toneladas de sorte!



(Escritor pertencente à Academia
 Sul-Mato-Grossense de Letras)

rubmarcelo@bol.com.br


 

 

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Página editada em 23/08/2002.
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