A plantinha do amor
Margarete Pelicano

Hoje, ao acordar,
verifiquei que a plantinha do amor
 estava tão murchinha...
resolvi aguar, tirar as folhinhas secas,
acariciar as tenras que nasciam...

Cada uma delas, tão macia.
era uma lembrança, um dia, um momento,
um prazer, uma saudade, uma dor, uma partida,
Coloquei mais adubo,

Quem sabe, assim o amor viceja,
em minha vida, na sua,
e a gente crie a coragem imensa de se perdoar
de se aceitar e busca ser feliz?

Quem sabe o amor crie raízes fortes
e espalhe alegria, contentamento,
e dê frutos saborosos
e muita cor à vida e
 aprendizagem e entendimento!

E, já pensou, essa plantinha feito uma trepadeira, subindo, subindo,
trazendo aquele calor ao coração?
Subindo como na História de João e o Pé de Feijão?
Nossa! Será o Paraíso!

Chegaremos ao céu em plena harmonia
e esqueceremos as desditas,
 os ciúmes, as implicâncias
Pediremos a Deus que nos dê bonança
E assustaremos aos menos crédulos...

Eles não conseguem imaginar
que um amor assim delicado e bravo
pode um dia se acalmar
por que não acreditam na perfeição

Nós mostraremos ao mundo
que ficamos cansados, enjoados
de tanta sofreguidão, mas que conseguimos,
vencemos as dificuldades...
Viveremos tranquilos e em união!


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Romantic Home/ Web designer Ana Amélia Donádio
Página editada em 29/05/2003.
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