CENTELHAS DE AMOR
Walter Pereira Pimentel 

Quando a tua mão 
Deslizou leve 
Pelo meu cabelo 
E veio até o pescoço 
Quando teu hálito quente 
Tocou minha orelha 
E teu beijo molhado 
A minha nuca 
Ativaram-se em meu ser 
Todas as centelhas 



Suspirei, delirei 
Entrei em alvoroço 
Meu corpo vibrou 
Estremeceu 
Como se fosse de neve 
Em suor se derreteu 
Minha voz embargou 
Ficou rouca 
Veio o desejo incontrolável 
Aquela vontade louca 
De te possuir, te devorar 
Sentir teu corpo junto a mim 



Nossas bocas e mãos se unindo 
Nossos olhos nos consumindo 
Excitando assim nossa libido 
Que como flor vicejante e sensual 
Fertilizada pelo carinho recebido 
Desabrochará em prazer 
Em êxtase total 
Do começo até o fim! 

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Walter Pereira Pimentel

 





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Página editada em 07/06/2004.
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