Danço
Cleide Canton


Danço!
Deslizo nesse teu ritmo
que apaga a minha lucidez.
E por que haveria de buscar
outro tom na sensatez?

Danço!
Da taça o tim-tim...
Pista de marfim.
Cá dentro, odor de jasmim.
Lá fora... O jardim!

Nada perco!
Não mais vacilo
quando me amparas.
Não mais me encolho
quando me tocas.
Não mais chorarei
o teu próximo adeus,
nem fecharei a porta...
Sempre retornas.

Danço!
Uma nova orquestra,
um novo som,
um novo salão,
o mesmo velho par
e uma só melodia...

Danço!
Danço?

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