Divino Corpo
Helena Kluiser


Divino o corpo 
Onde sou a morada
Seus braços me enlaçam
E na pele mais nada

Mistério sofrido
Arrancar paixão
Gemidos baixinhos
Ou altos, com emoção



Lençóis macios
Amassados de tesão
Transpiro aflita
Em busca de libertação

O pêlo do corpo
Sinto a alma flutuar
Não sei mais se é dia
Só quero um abraço para descansar



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Helena Kluiser Poesias

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Página editada em 29/09/2003.
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