Ai, ai o mato, o cheiro seu
Um rouxinol no meio do Brasil
O Uirapuru canta prá mim
E eu sou feliz
Só por poder ser
Só por ser de manhã, manhã, manhã
Manhã, manhã
Nessa clareira o sol
Se despe feito brincadeira
Envolvendo quente a todo ser vivente
Da Terra e vai
Canelada, pinholão, não não não não
Não faço nada
Que perturbe a doida a louca passarada
Ou iniba qualquer planta dormideira
Ou assuste as guaribas marinheiras
Encontra ponto com pardais urbanos
Tão felizes soltos dentro dos meus planos
Mas boquiabertos que os meus vinte anos
Composição:
Fátima Guedes
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Romantic
Home/ Web designer Ana Amélia Donádio
Página editada em 10/03/2006
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