A mão que toca um violão
Se for preciso faz a guerra
Mata o mundo
Fere a Terra
A voz que canta uma canção
Se for preciso canta um hino
Louva a morte
Viola em noite enluarada
No sertão é como espada
Esperança de vingança
O mesmo pé que dança um samba
Se preciso
Vai à luta
Capoeira
Quem tem de noite a companheira
Sabe que a paz é passageira
Pra defendê-la se levanta
E grita;
Eu vou!
Mão, violão, canção, espada
E viola enluarada
Pelo campo e cidade
Porte-bandeira, capoeira
Desfilando vão cantando
Liberdade
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designer Ana Amélia Donádio
Página editada em 18/03/2006
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