NOS MEANDROS DA DOR
Autora: Mônica Martins


Tece a face
Suposto impostor
Invisível fio 
Novelo do tempo
Geometria perfeita
Imperfeitos perfis



Nuances difusas
Perceptível fuso
Sangra a alma
Cujo rubro lamento
Lapidado nos cárceres da dor
Toma forma de reluzente rubi



Luz intermitente
Que brota dos vales sombrios
Para ser tomada pelas vorazes garras
Do amor absoluto.



E nos recônditos do sofrimento
Já os fios entrelaçados 
Arremata-se
A mais nobre e bela arte:
A do Amor incondicional,inabalável e sem medidas!

 


         

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Página editada em 01/11/2002.
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